Todos esses problemas estão ligados ao contexto histórico de colonização e posterior desenvolvimento do país. Teoricamente, deveriam ser estudados a fim de que os erros não fossem repetidos. O que acontece é que o governo, ou melhor, a maioria das pessoas que conduzem essas instituições têm interesses não condizentes ao interesse comum.
O imediatismo e a falta de capacidade fazem com que, em certas situações, decisões sejam tomadas precocemente. As cotas nas universidades, por exemplo, certamente beneficiarão parte da população, mas poderão ajudar a maquiar o péssimo ensino fundamental e médio onde os alunos, muitas vezes, são aprovados para abrir vaga. O assentamento de terras equivocado praticado pelo governo, que não dá condições de concorrência aos novos proprietários e acaba prejudicando a própria agricultura de subsistência.
Além de todos esses problemas, a corrupção está em alta, e não só na esfera política, isso porque o "jeitinho brasileiro", de certa forma, faz com que desonestidade e pequenos subornos passem a ser fenômenos corriqueiros, normais.
Às vezes, parece que o Brasil segue na contra-mão e que as ações corretivas tomadas são todas paliativas, mas em vez de apenas criticar o assistencialismo, deve-se buscar a execução de programas paralelos a ele, encontrar no jeito brasileiro, uma maneira de fomentar a atuação como cidadãos, pois o governo, sozinho, não consegue transformar um país.
A questão é: Qual a sua parte?
Ou você não faz parte?!

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